Aula Gratuita 19 – Deixando os problemas para trás

Aproximadamente 80% da população tem mais de 5 sintomas dos listados abaixo. Será que isso é saúde ou estamos doentes?

  • Ansiedade;
  • Dificuldade de atenção e concentração;
  • Dificuldade para relaxar e desacelerar os pensamentos;
  • Ter pequenos lapsos de memória;
  • Cansaço excessivo;
  • Dificuldade para pegar no sono;
  • Não conseguir descansar o suficiente e acordar cansado;
  • Inquietação;
  • Irritabilidade fácil;
  • Mudança de humor repentina;
  • Insatisfação constante;
  • Sofrimento por antecipação;
  • Sintomas psicossomáticos como: dor de cabeça, nos músculos, queda de cabelo e gastrite, por exemplo.

Aula Gratuita 17 – Mudanças de hábitos: 1 semana

Mudanças de hábitos:

+ Largar o talher enquanto come

Enquanto estiver mastigando, apenas mastigue e foque sua atenção no alimento que está sem sua boca. Quanto estiver com a boca vazia, preparar uma nova porção do alimento e colocar na boca para um novo processo de degustação.

+ Escovar os dentes com a mão não dominante
Sempre que for escovar os dentes, lembrar de usar a mão não dominante e se conectar com o momento presente.

+ Tomar água conscientemente
Ao tomar água, apenas tome água. Olhe para água e ao colocar na boca perceba sua temperatura. Observe as sensações de seu corpo ao engolir a água e seja grato pela mesma.

Um pouco sobre mudanças de hábitos de forma geral.

O círculo do hábito é tão simples quanto parece. Você só precisa de três elementos para desfazer costumes e rotinas do seu dia a dia. “Todo hábito tem os mesmos três componentes: o gatilho, a ação e a recompensa.”

Passo 1: O gatilho

Todo hábito começa com um gatilho e é preciso identificar onde estão os seus. Quando você está triste, você tem menos controle das compras? Ou quando está eufórico, não poupa nem um centavo para comemorar? A auto observação é fundamental para que você consiga atuar no próximo passo, ponto central para o controle dos hábitos.

“Muitas pessoas vão frequentemente aos shoppings centers para se sentir melhor, porque estão entediadas ou ansiosas”. “Elas não percebem esse comportamento e o cérebro entende a compra como uma recompensa.”

E aí mora o perigo. Quando você é recompensado – seja com compras ou com uma bela refeição – seu cérebro dá ordem de liberação da dopamina, que é responsável pela sensação de satisfação. Já pensou no perigo?

Passo 2: A ação

Então, acostumado a ir às compras ou a comer em restaurantes caros diante de uma frustração ou uma euforia, você repete a ação, fazendo dela um hábito. Rapidamente, seu cérebro já não se predispõe a buscar essa sensação de recompensa em outras ações. É aí que você precisará da sua força de vontade.

Uma vez consciente do seu gatilho, você já estará alerta para o próximo passo. O corte deve acontecer aí. Interrompa o ciclo trocando a ação que te faz gastar demais por outra menos onerosa e tão prazerosa quanto.

Passo 3: A recompensa

Aqui a sua afirmação deve ser positiva. Não se recompense por não ter comprado, mas se recompense por ter insistido na mudança de comportamento diante do gatilho comum. “A cada vez que você faz isso, vai ficando um pouco mais fácil, até um momento em que você já faz automaticamente”. “Encontre uma boa e nova recompensa para o seu gatilho.”

No caminho inverso, se você quiser inserir um novo hábito à rotina, a rotina é a mesma.

Passo 1: O primeiro passo

Dar o primeiro passo, aqui, é uma questão de escolha. Seu gatilho será a necessidade de emagrecer, investir ou planejar seu orçamento. Já se perguntou o que acontece toda vez que você se promete guardar dinheiro e não realiza?

Passo 2: O caminho

Seu objetivo é quebrar o ciclo repetitivo de procrastinar o seu orçamento, a dieta ou a matrícula na academia – tanto faz. Tire seu obstáculo do caminho e siga adiante, sem pensar nem buscar justificativas para a intercorrência.

Passo 3: A recompensa

Novamente, a recompensa é o que vai te fazer feliz – e motivar seu cérebro a continuar repetindo esse ciclo, agora, virtuoso. Sempre que conseguir, por exemplo, fazer seu planejamento da semana, deguste seu doce predileto ou faça algo que te faz muito feliz. “Crie recompensas para si mesmos.”

Aula Gratuita 16 – Prática complementar: Um pequeno milagre

Possível roteiro para prática noturna de:

Um pequeno milagre!

Fechando os olhos e refletindo, brevemente, naquilo que você quer mudar, agora.

Poder ser algo desagradável como estresse ou um problema ou uma doença em sua vida.

Algo que você irá mudar.

O que é?

Agora vamos, juntos, fazer de conta que hoje à noite, enquanto você estiver dormindo, um maravilhoso milagre vai acontecer e que a dinâmica de seus desafios e aspirações terá mudado de uma forma saudável, quando você acordar pela manhã.

Já sabemos que qualquer coisa, realmente qualquer coisa, é possível na imaginação.

Vamos tirar um momento para imaginar como você poderá se ver diferente de manhã.

Um incrível milagre aconteceu durante a noite: O que terá mudado em sua aparência? Como você ver a si mesmo depois deste milagre? Com o seu corpo, o seu humor, sua mente, se sentem diferente depois que o milagre aconteceu? Como você está se movendo diferente? O que você dirá que será diferente? Como a sua voz está soando? O que você estará dizendo para si mesmo que será diferente? Quando os outros também notarem as mudanças, o que estarão dizendo a você? Escute!

E, imagine agora, quando você notar as mudanças nos dias seguintes, como você se comportará diferente? Sinta!

Agora, terminando, vamos mexer os dedos dos pés e das mãos, alongando-se e abrindo os olhos.

A prática diária, pode levar você ao estímulo necessário para chegar até a mudança que você deseja. Pratique com calma e sabedoria e tudo pode mudar conforme você deseja.

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Mp3 do Pequeno Milagre

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Aula Gratuita 13 – 9 tipos de fome

Sim! Recebemos diversos estímulos para comer, desde os sentidos até os pensamentos e as emoções. Neste artigo, vamos conhecer cada um deles. Perceba como é para você, o que nota em seu corpo, quais sensações, pensamentos ou emoções aparecem.

A fome dos olhos:

Está relacionada à beleza da comida. Você pode experimentar, observar o que irá comer, notar as cores, formas, texturas, apresentação do prato. Pare por alguns momentos e observe.

A fome do nariz:

Está ligada aos aromas, sinta os cheiros da comida. Se você irá em um restaurante em que vai fazer seu prato, note como os cheiros te influenciam para escolher o que comer. Durante a mastigação, note os aromas também, é uma combinação da fome do nariz e da boca.

Já notou os sons dos alimentos?

Essa é a fome dos ouvidos, adora perceber os sons presentes. Se vai comer um biscoito, espera-se ouvir o som do crocante, já se ele estiver murcho, perde até o sabor. Ou quando uma bebida gasosa não faz o som ao abrir a garrafa, você no mínimo desconfia antes de provar.

E o tato?

Essa fome é usada muito quando comemos com as mãos, como frutas, sanduíches, petiscos. Percebemos a textura dos alimentos, como pegar, se está com uma consistência boa. Em algumas culturas essa fome é mais relevante, pois se come quase tudo com as mãos.

E agora a fome da boca!

Hummm… adora as sensações e os sabores! Essa fome gosta de perceber as diferentes texturas dos alimentos, as combinações e os aromas. Para que isso aconteça a mente deve estar presente, por isso, é vital deixar as distrações de lado e saborear a comida.

A fome do estômago está ligada à quantidade de alimentos que ingerimos. Por isso, comece a notar como está seu estômago antes, durante e após as refeições. Esse exercício auxilia a reconhecer melhor seu corpo e, aos poucos, ir notando a quantidade em que fica confortável, sem comer demais ou de menos.

A fome das células é corporal.

Ao comer nutrimos nossas células e elas podem nos influenciar nas escolhas também. Sabe quando vem uma vontade de comer um alimento específico, como feijão, uma carne, um tipo de legumes? Pode ser uma necessidade do seu organismo ou a influência da estação do ano. Enquanto no verão buscamos alimentos mais refrescantes, no inverno queremos os que nos aquecem mais.

A fome da mente notamos pelos pensamentos.

Essa fome gosta de dividir, como gosto ou não gosto, devo ou não devo, mereço ou não mereço, quero ou não quero. Está muito ligada às dietas da moda, às crenças, preocupações e os padrões que adquirimos. É importante notar essa fome e não deixá-la dominar, percebendo que é um pensamento, pois alguns podem causar sofrimento. Existe uma sabedoria interna que as demais fomes contribuem muito para escolher e comer com atenção plena.

E a fome do coração?

Essa está ligada às memórias e emoções, como quando comemos e recordamos da infância, por exemplo. Você pode notar quantas influências tem da família ou da sua cultura e como percebe em seu corpo quando come uma comida que nutre o afeto, o coração. É uma fome que busca a conexão, está ligada a uma intimidade e nutrimos o coração quando alimentamos essa fome.

As emoções também influenciam no comer, pois quando estão presentes, buscamos por algo. Reconhecer uma emoção e notar o que precisa realmente pode ajudar a fazer escolhas melhores e não comer no piloto automático. Por exemplo, se está ansioso com uma apresentação no escritório para seu chefe, comer o pacote de chocolate não vai mudar a situação. O que poderia fazer para aliviar essa ansiedade, a tensão da situação? O que faz sentido para você?

ideias:

Se for possível, dar uma volta no quarteirão; parar as atividades e levar a atenção a sua respiração; tomar um copo de água devagar e notando as sensações; fazer um alongamento simples no escritório. Esses são apenas exemplos, você deverá notar o que faz sentido e a situação em que está.

Comer pode ser uma opção, se decidir por ela, aproveite para desfrutar de cada pedaço, notando os sabores, as texturas, aromas, formas… Coma ciente das sensações e no momento presente, sem cair no piloto automático.

Quando nos alimentamos temos que levar em consideração todas essas fomes e entender como cada uma atua e nos influencia. Elas estão todas juntas, por isso, é interessante praticar para lhe ajudar a conhecer e se familiarizar. Cada pessoa tem formas de reações diferentes e pode variar dependendo do contexto em que estamos inseridos.

A prática do Mindful Eating é um convite para aprender a perceber e respeitar as fomes. Inserir pequenas práticas no seu dia a dia irá dar força e sustentação para significativas mudanças.

Aula Gratuita 12 – Exercício: Mudar é fácil

Explicação:

A diferença ocorre por causa da programação feita no cérebro para alcançar o resultado: O mesmo processo chamamos de “estabelecendo resultados”. Quando as pessoas não alcançam resultados na vida, não é só “por preguiça”. Pode ser, simplesmente, falta de confiança ou objetivos claros. Quando você se virou na segunda vez, você tinha dado para a sua mente inconsciente (a parte de sua mente que comanda o seu corpo) uma série de instruções: fazendo imagens de seu resultado, sentindo como seria o resultado e escutando a minha voz e a sua própria voz interior falando sobre o resultado. Essas “representações internas” (imagens, sensações internas e sons) são tratadas pela mente inconsciente como se fossem reais.

É fundamental: VER, OUVIR e SENTIR

A visualização se refere ao processo de formar imagens mentais. Na perspectiva da PNL, a visualização envolve deliberadamente dirigir a atividade do sistema de representação visual. A visualização pode utilizar as memórias, a imaginação ou uma combinação das duas. É um dos processos fundamentais através do qual as pessoas constroem o seu modelo interior do mundo.

A capacidade de formar imagens visuais tem muitos usos. A visualização, por exemplo, é uma das ferramentas essenciais usadas pela PNL, e outros métodos adotados pela psicologia, com a finalidade de planejar e “programar” mudanças no comportamento. Também é a base da capacidade de “sonhar”, criar e inovar. Para muitas pessoas, a visualização é o componente primário da imaginação. Uma das características de muitos gênios é a capacidade excepcional de visualizar. De fato, pessoas como Albert Einstein, Leonardo da Vinci, Walt Disney, o inventor Nikola Tesla, e mesmo Wolfgang Amadeus Mozart, todos atribuíram o gênio criativo deles à sua capacidade em visualizar.

A visualização é frequentemente usada nos esportes para ajudar a melhorar o desempenho atlético. Numerosos exemplos existem de como a visualização promoveu e aprimorou o desenvolvimento das habilidades físicas. Em um estudo, por exemplo, os ginastas que deveriam aprender um novo movimento eram divididos em dois grupos. Um grupo foi instruído para visualizarem eles mesmos sendo capazes de fazer esse movimento particular, enquanto o outro grupo não recebeu nenhuma instrução. Umas semanas mais tarde, quando chegou o momento de fazerem esse movimento em particular, sem o benefício de nenhuma prática física anterior, o grupo que visualizou teve uma taxa de sucesso de 50-60%, enquanto que o grupo que não tinha feito nenhuma visualização teve, inicialmente, cerca de 10% de sucesso. Em outro exemplo, um time de basquete foi dividido em dois grupos a fim de praticarem “lances livres”. Um grupo praticou fisicamente realizando a jogada. O outro grupo foi instruído para sentar na arquibancada e praticar mentalmente, ou seja, visualizar que estavam fazendo os lances. Quando os dois grupos competiram um com o outro para ver quem tinha o melhor desempenho, aqueles jogadores que visualizaram tiveram lances mais bem-sucedidos do que o grupo que realmente praticou.

A visualização é também usada em vários tipos de trabalhos terapêuticos, tipicamente na forma de ‘fantasia guiada’, e tem sido uma ferramenta primária para a cura da mente/corpo. Carl e Stephanie Simonton, por exemplo, incorporaram a visualização como um dos principais componentes na técnica deles de tratamento do câncer.

Algumas vezes, as pessoas tendem a abordar a visualização como se ela fosse capaz de produzir efeitos quase “mágicos”. No entanto, pela perspectiva da PNL, como a visualização é uma atividade do sistema nervoso do corpo, ela pode influenciar diretamente o corpo de várias maneiras. Por exemplo, as imagens visuais das metas e dos objetivos podem formar um ponto principal ou “atrator”, em torno do qual o comportamento se torna auto-organizado ciberneticamente. Assim, visualizar os objetivos e suas consequências futuras pode estimular e mobilizar, no presente, a atividade do sistema nervoso (tanto consciente como inconscientemente). Essa atividade pode incluir funções envolvendo o sistema nervoso autônomo. Pesquisas mostraram, por exemplo, que certas formas de visualização podem estimular o funcionamento do sistema imunológico e outros processos de cura.

Muitas técnicas da PNL incorporam a visualização como um elemento chave. O gerador de novos comportamentos, o padrão swish, a ponte ao futuro, o visual squash, dissociação V-K e a estratégia Disney de criatividade, todos se utilizam pesadamente do processo de visualização. De qualquer forma, quase todas as técnicas da PNL fazem uso da visualização de algum modo.

Diante dos últimos acontecimentos com o COVID-19, você pode fazer este tipo de visualização em relação a como você deseja que seja o seu dia a dia em casa ou no trabalho, dependendo de seu contexto.